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Na última sexta, 28 de junho, o Rotary Club de Campo Mourão comemorou 50 anos de sua fundação, no Clube 10 de outubro, com a presença do governador Edio Martello e demais representantes do Colégio de Governadores do Distrito 4630.
Além das comemorações, foi a realizada a transmissão de posse do presidente 2018-19 Marcelo Chiroli para o presidente 2019-20 Marcelo de Oliveira Lima. Para marcar o evento, foi lançado também o livro da história dos 50 Anos do Rotary Club de Campo Mourão.
Vale destacar que Emílio Germani, catarinense que foi um dos pioneiros da fundação de Maringá, foi o padrinho do Rotary Club de Campo Mourão, em 1969. Germani, na época, convidou vários profissionais para ajudar a fundar o Rotary na cidade. A chegada da organização a Campo Mourão se confunde com a fundação da Coamo, relembra o presidente da cooperativa, José Aroldo Gallassini.
Marcos Franco, governador do Distrito 4770 e sua esposa Fabiana, governadora indicada 2020-21 e Coordenadora Distrital das Casas das Amizades no mesmo distrito, abriram sua palestra “Como o Interact, o Rotaract e o Rotary influenciaram em nosso crescimento pessoal”, na Conferência da Inspiração do Distrito 4630, contando como iniciaram sua relação com a organização.
“Tinha 7 anos quando minha mãe me levou a Escola Estadual Rotary, as vagas daquele ano já tinham sido preenchidas, voltamos para casa tristes. Uma vizinha perguntou por que eu estava chorando, minha mãe explicou o motivo e a tal vizinha disse, para a gente não se preocupar, que eu seria matriculado numa escola particular que tinha acabado de abrir perto de casa, assim começou minha vida escolar”, relembra Marcos.
Tempos depois, ele foi convidado por um amigo para participar de um clube de serviços e ao chegar no local, identificou o símbolo da mesma roda que tinha na escola. “Eu perguntei o que o clube tinha a ver com a Escola Rotary, foi quando me dei conta de que ela foi fundada pelo Rotary Club de Ituiutaba”, conta Marcos, que teve um irmão com paralisia infantil, falecido aos 18 anos, o que fez com que aumentasse ainda mais o seu interesse pelo Rotary devido ao programa Pólio Plus.
Começava ali no Rotaract sua história de vida. Já a esposa Fabiana veio de uma família de rotarianos, seu pai foi um dos fundadores do Rotary Club de Uberaba Leste. Neste ano de 2019, o casal completa 30 anos de Rotary, onde se conheceram durante uma Conferência Distrital de Rotaract em Hidrolândia, GO.
“Crescimento, evolução da oratória, liderança e confiança em mim mesma, tudo isso foi lapidado ao longos desses anos”, frisa Fabiana. “Tudo que nos proporciona planejamento, sonhos, vontade de realizar, carrego comigo que ‘o que não te desafia, não te inspira’. Foi através dessa frase, que nós projetamos nossa gestão”, completou Marcos, que durante a palestra, vestia por baixo de seu paletó uma camiseta com esta frase.
Sua gestão como governador priorizou quatro pilares - Imagem Pública, Desenvolvimento do Quadro Associativo, Comissão de Serviços à Juventude e Fundação Rotária. Conforme Marcos, foram fundados 13 Interact Clubs e 5 Rotaract.
“Precisamos ajudá-los, todos já fomos jovens um dia, assim como eu fui ‘adotado’ por um rotariano quando eu era do Rotaract, aconselho todos a fazerem o mesmo. Onde estão os jovens da nossa comunidade? O IBGE está aí para mostrar a sua força, talvez os estejamos perdendo para outras organizações”, pondera Marcos, que conheceu através do Rotary sua esposa, tiveram dois filhos e ganharam vários amigos.
Larissa Nakao
Comunicação Corporativa
O reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, comparou o desempenho do Brasil com países como o Japão e a Finlândia, atrelando uma relação de desenvolvimento ligado a investimentos na Educação.
“Não tem país que dê certo com escola fraca. No Japão e na Finlândia é comum as escolas serem integrais, enquanto no Brasil, o modelo funciona com aulas no período da manhã e um programa com contraturnos à tarde. O cenário educacional brasileiro nos mostra, por exemplo, que menos da metade dos estudantes terminam o Ensino Médio”, afirma o reitor.
Ele ressalta ainda como a valorização da educação e os hábitos de leitura são ainda escassos no Brasil. “Em Maringá nós temos 260 farmácias e somente 10 livrarias. Nada contra esse ramo, o que demonstra o quanto estamos consumindo produtos relacionados à saúde, mas veja bem, somente 10 livrarias? Há países com livrarias como a Al Ateneo, na Argentina, uma das mais lindas e maiores do mundo. Há muito ainda o que se fazer no Brasil”, pondera o educador.
De acordo com Wilson, os brasileiros leem uma média de dois livros por ano. “Para a maioria das pessoas, vale destacar que, o conhecimento é uma das poucas janelas que se abrem para o mundo, que lhes dará uma oportunidade”.
De família humilde de 9 filhos, Wilson Matos é rotariano do Rotary Club de Maringá Leste desde abril de 1985. Na mesma época, ele sonhava com a fundação de uma instituição de ensino superior para o município, que só tinha a Universidade Estadual de Maringá.
“Eu costumo dizer que a minha trajetória se baseou em quatro pilares, a família, a fé, a dedicação e o empreendedorismo. Estou casado com a mesma mulher, Rosemary é minha parceira desde o início. Segundo, a minha fé, na Unicesumar os banheiros viviam com as portas pichadas com frases horríveis, até que um dia eu tive uma ideia. Em que momento nós ficamos parados, pensando na vida, na hora que vamos ao banheiro. Então, colocamos versículos bíblicos em todas as portas e nunca mais tivemos uma porta riscada”.
O terreno onde funciona a Unicesumar foi doado pela Prefeitura. Até conquistar a estrutura que a universidade apresenta hoje, Wilson que é Graduado em Matemática pela Universidade Federal de Santa Catarina e especialista em Cálculo Avançado pela Universidade Estadual de Londrina, exerceu antes a função de Professor de Matemática na UEM e na Universidade Paranaense. Também foi Gerente Proprietário das Empresas SEDMAR Transportes Ltda, da Empresa MB Informática Ltda e Construtora Matos Carvalho Ltda.
Wilson também entrou na política a convite, em 2006 foi 1º suplente do Senador Álvaro Dias até, recentemente, dezembro de 2014. Chegou a exercer a posição de titular entre abril e julho de 2007. Sua prioridade também foi a Educação, cinco dos 12 projetos de lei que apresentou foram aprovados. Por toda sua relevância e parceria aos projetos do Rotary, ele recebeu na Conferência da Inspiração a homenagem Emílio Germani do governador Carlos Naves.
Larissa Nakao
Comunicação Corporativa
Antonio Hallage, Diretor de Rotary International 2009-11 e curador da Fundação Rotária 2011-15, foi um dos palestrantes da Conferência da Inspiração, onde falou sobre o “Tema: Desenvolvimento do Quadro Associativo, Imagem Pública e Fundação Rotária – Ação Conjunta dos Clubes e Distrito – Uma Só Equipe”.
“Um Distrito é feito de pessoas. São nos clubes que as ações acontecem e a tarefa do governador é dar a motivação necessária para que os clubes trabalhem. Uma equipe que funciona bem deve apresentar propósitos comuns, tais como prioridades, padrões de qualidade, tomada de decisões, atribuições específicas, uma comunicação clara e a resolução de conflitos”, explica Hallage, que foi moderador em 2018 no Instituto de Lideranças Rotárias do Rotary International, para o treinamento dos Coordenadores Regionais da Fundação Rotária, de Rotary e de Imagem Pública.
“O ILR (Instituto de Liderança Rotária) foi criado para formar novas lideranças. Se consideramos que existem mais de 35 mil clubes no mundo, quantas pessoas ocupam funções no Rotary todos os anos? Milhares! Por isso o compartilhamento de experiências e os treinamentos de rotarianos que têm habilidades distintas, mas que ainda não assumiram cargos, são de extrema importância para a continuidade do crescimento de um Distrito”, explica Hallage. Conforme ele, esse treinamento contínuo, planejado, garante o crescimento estruturado do Distrito e seus Rotary Clubs.
Além de se desenvolverem como rotarianos, com um conteúdo customizado para a sua região, o treinamento permitirá que recebam informações atualizadas de instrutores experientes, escolhidos em cada Distrito.
Sobre a nova terminologia para DQA, que recentemente passou a ser Atração e Engajamento, segundo Hallage, a “atração” antecede a admissão, é o momento em que se atrai novos associados, explicando-lhes o que o Rotary faz. Já o Engajamento dá ênfase na Capacitação, no relacionamento com as comunidades, no desenvolvimento dos clubes e dos projetos, envolvendo esses novos associados.
Hallage defendeu em sua palestra uma Imagem Pública mais humanizada, onde a visibilidade seja dada exclusivamente para os projetos. “O mais importante é impactarmos a comunidade mostrando que somos pessoas servindo pessoas”.
Larissa Nakao
Comunicação Corporativa
Aos 68 anos e 51 de profissão, o jornalista Fernando Quintella, associado do Rotary Club de Boa Vista-Caçari, em Roraima, conta que fazer a cobertura sobre os refugiados da Venezuela que chegaram até Roraima, foi a maior crise humanitária que já presenciou em décadas de profissão.
Com apenas um Rotary Club e 35 associados na cidade, desde 2015 Boa Vista tem recebido milhares de venezuelanos, cujo país se assolou numa profunda crise econômica e política. Com a população sofrendo com a escassez de alimentos, por exemplo, países vizinhos como o Brasil tiveram que lidar com a chegada em massa de uma “nova” população.
De traficante a professor, chegaram todos os tipos de perfis de cidadãos, muitas mulheres se prostituindo a R$ 80,00 o programa para sustentar a família ou mandar dinheiro para os filhos que ficaram na Venezuela.
“É uma crise humanitária, com pouca luz neste caso, de repente cerca de 40 mil pessoas chegaram em Boa Vista, não tem barreira sanitária, a maioria sem hábitos de higiene, mudou totalmente a rotina da cidade, afetou o sistema de saúde e de educação”, afirma o jornalista, autor da matéria publicada na Revista Rotary Brasil de Fevereiro último, intitulada “Rotary Clubs de todo o país unem forças para socorrer os refugiados venezuelanos em Roraima”, Fernando Quintella.
Bela Vista, entre as capitais do Brasil, tem a 2ª menor população, cerca de 330 mil. Com a piora na crise da Venezuela nesta semana, a cidade teme por uma nova chegada de milhares de imigrantes.
O jornalista, que foi governador em 1994-95 do Distrito 4720, explica que a produção da matéria escrita por ele levou quase 1 ano para ser gestada. A reportagem original tinha 26 laudas e mobilizou Rotary Clubs de todos os cantos do país. “Quando tudo isso começou não havia uma organização, uma estrutura, uma logística para atender essas pessoas, uma racionalização das operações”, relembra.
Larissa Nakao
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